ESCRITORES

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Impressionismo: Paris e a Modernidade

Impressionismo, Paris e a modernidade revisita um dos períodos mais fecundos da história da arte universal, que vai de 1848 a 1914. A exposição apresenta 80 obras-primas do Museu d´Orsay, que narram os encontros e desencontros entre a pintura e a cidade moderna no último terço do século XIX. Os pintores impressionistas encontram na cidade de Paris o grande emblema da modernidade.
Os grandes bulevares, as pontes sobre o Sena, o trem ou a torre Eiffel permitem-lhes expressar a ideia de um mundo que está nascendo e que precisa de uma nova forma de ser retratado. Manet, Monet, Renoir ou Pisarro captam o moderno na cidade de Paris, e nas novas personagens que a habitam: desde os burgueses de Saint Germain aos boêmios dos cafés; desde o dândi às pobres prostitutas de Montmartre. Paralelamente, contudo, o mito da cidade que devora provoca um forte rejeição, e muitos artistas sonham com outros paraísos. É o caso do próprio Monet, em Giverny, ou de Van Gogh e Cézanne, que procuram um ateliê no Sul da França, ou de Gauguin, “selvagem e primitivo”, na Bretanha. Mas, ao mesmo tempo, os Nabis encerram-se na vida silenciosa dos interiores urbanos, intimistas, simbolistas e eminentemente parisienses.



Para conhecer e visualizar todas as obras, acesse: [www.impressionismopariseamodernidade.com]
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