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Henry & June - Relato intenso da intimidade e autobiografia sensual de Anaïs Nin

Tirado dos diários de Anaïs Nin [1903-1977], Henry & June é um relato íntimo do florescer sexual da autora. Cobre um só ano – dos últimos meses de 1931 ao final de 1932 – da vida de Anaïs Nin em Paris, período em que ela conheceu o escritor americano Henry Miller e sua bela mulher, June. Anaïs Nin apaixonou-se pela beleza de June e pela escrita de Miller; logo iniciou com ele um affair que a libertou sexual e moralmente, minou o seu casamento e a levou à psicanálise.
Considerado por muitos o melhor livro de Anaïs Nin, Henry & June foi publicado na década de 1980, após a morte da autora. Não constou dos diários publicados em sete volumes a partir de 1969. Discute-se o quanto de ficção e fantasia ele contém – o que não tira em nada a força do texto de Anaïs; somente reforça a questão: não será a própria Anaïs a mulher misteriosa e complexa que a atraiu em June? Em 1990, o livro foi adaptado para o cinema, com Maria de Medeiros e Uma Thurman nos papéis de Anaïs e June.

Para ler um trecho, acesse:

Para saber mais sobre a obra e a autora, acesse:
[HENRY E JUNE - Anaïs Nin - L&PM Pocket]

Transposição da obra para o cinema: Henry & June, filme estadunidense de 1990, do gênero drama erótico e biográfico, dirigido por Philip Kaufman é uma adaptação cinematográfica da obra Henry, June and me, de Anaïs Nin. O filme conta o início da relação de Henry Miller com Anaïs Nin. Henry vai viver na França e é convidado pelo marido de Anaïs a visitá-los. Anaïs, à procura de algo novo, mais espontâneo, apaixona-se pela vivacidade de Henry. Porém, Henry está apaixonado por June.
Anaïs, nutrindo admiração por Henry, começa a observá-lo, e apaixona-se pelo amor que ele tem por June. Essa paixão também a faz apaixonar-se por June. No meio desses sentimentos, inicia-se uma relação de Henry com Anaïs, transformando suas vidas, tanto de escritores como de amantes.



Versão cinematográfica da obra Delta de Vênus de Anaïs Nin


Anaïs Nin - Delta de Vênus
[...] O sexo não floresce na monotonia. Sem sentimento, invenções, variações de humor, nada de surpresas na cama. O sexo deve ser misturado com lágrimas, risadas, palavras, promessas, cenas, ciúme, inveja, todos os condimentos do medo, viagens ao exterior, novos rostos, romances, histórias, sonhos, fantasias, música, dança, ópio, vinho [...]
[...] Você não sabe o que está perdendo com o exame microscópico da ativadade sexual e a exclusão dos aspectos que são o combustível que a inflama. O aspecto intelectual, imaginativo, romântico, emocional. É isso que dá ao sexo texturas surpreendentes, transformações sutis, elementos afrodisíacos [...]

Modelos e artistas que se envolvem num misto de culto ao sexo e à beleza. Aristocratas excêntricos e homens que enlouquecem as mulheres. Prostitutas que satisfazem os mais estranhos desejos de seus clientes. Mulheres que se aventuram com desconhecidos para descobrir sua própria sexualidade. Triângulos amorosos e orgias. Estes são alguns dos personagens que habitam os contos – eróticos – de Delta de Vênus, de Anaïs Nin. Escritas no início da década de 40 sob a encomenda de um cliente misterioso, estas histórias se passam num mundo europeu-aristocrático decadente, no qual as crenças de alguns personagens são corrompidas por novas experiências sexuais e emocionais.Discípula das descobertas freudianas, Anaïs Nin aplicou nestes textos a delicadeza de estilo que lhe era característica e a pungência sexual que experimentou na sua própria vida. Mais do que contos eróticos, Delta de Vênus, [L&PM Pocket], oferece ao leitor histórias de libertação e superação.


Delta de Vênus, Um Clássico da Literatura Erótica

[...] O sexo não floresce na monotonia. Sem sentimento, invenções, variações de humor, nada de surpresas na cama. O sexo deve ser misturado com lágrimas, risadas, palavras, promessas, cenas, ciúme, inveja, todos os condimentos do medo, viagens ao exterior, novos rostos, romances, histórias, sonhos, fantasias, música, dança, ópio, vinho [...]

[...] Você não sabe o que está perdendo com o exame microscópico da ativadade sexual e a exclusão dos aspectos que são o combustível que a inflama. O aspecto intelectual, imaginativo, romântico, emocional. É isso que dá ao sexo texturas surpreendentes, transformações sutis, elementos afrodisíacos [...] 

Modelos e artistas que se envolvem num misto de culto ao sexo e à beleza. Aristocratas excêntricos e homens que enlouquecem as mulheres. Prostitutas que satisfazem os mais estranhos desejos de seus clientes. Mulheres que se aventuram com desconhecidos para descobrir sua própria sexualidade. Triângulos amorosos e orgias.  Estes são alguns dos personagens que habitam os contos – eróticos – de Delta de Vênus, de Anaïs Nin. Escritas no início da década de 40 sob a encomenda de um cliente misterioso, estas histórias se passam num mundo europeu-aristocrático decadente, no qual as crenças de alguns personagens são corrompidas por novas experiências sexuais e emocionais.
Discípula das descobertas freudianas, Anaïs Nin aplicou nestes textos a delicadeza de estilo que lhe era característica e a pungência sexual que experimentou na sua própria vida. Mais do que contos eróticos, Delta de Vênus,  L&PM Pocket, oferece ao leitor histórias de libertação e superação.
SAIBA MAIS: [Anaïs Nin, Vida&Obra]

VÍDEOS RELACIONADOS: [Os Diários de Anaïs Nin], [Henry&June-1]

VERSÃO CINEMATOGRÁFICA: [www.youtube.com/watch?v=t_EIKI-4F8Q]

A Ficção Erótica de Anaïs Nin em "Pequenos Pássaros"


Pequenos pássaros, assim como Delta de Vênus, é a ficção erótica mais difundida de Anaïs Nin [1903-1977] em todo o mundo. Estas histórias foram escritas na década de 40 e só publicadas em livro após a morte da autora, em meados da década de 70. 

Em Pequenos pássaros, treze histórias trazem pessoas – sobretudo mulheres – que dão vazão à paixão sob todas as formas e encaram seus mais variados anseios sexuais. A prosa de Anaïs Nin – mulher e escritora à frente do seu tempo – leva personagens e leitores a lugares recônditos do desejo humano. A autora é conhecida pela sinceridade com que trata de temas sexuais e eróticos e também pela delicadeza e musicalidade do seu estilo.

Fogo: Diários não Expurgados [1934 - 1937]

"Eroticamente intenso. [...] Embriagadoramente intoxicante"


Fogo é o terceiro volume dos diários não expurgados de Anaïs Nin, a continuação das revelações iniciais em Henry & June e Incesto - a história da busca de uma mulher que anseia por se descobrir e se libertar sexual, artística e emocionalmente. Cobrindo os anos de 1934 a 1937, a autora abre neste volume o relato sobre um novo capítulo em sua vida: a estadia em Nova York. Ao se refugiar na América, Anaïs estava escapando do seu casamento com Hugh Guiler e de seu envolvimento amoroso com o escritor Henry Miller para ficar perto do analista Otto Ranck, um de seus amantes - mas essa fuga não duraria muito tempo, e ela retorna a Paris, para Hugh e Henry. Mesmo voltando para casa, pesa sobre ela a sombra da insatisfação, da incompletude. A cura para esse desencanto vai ser o peruano Gonzalo Moré. "Meu sangue ouve espanhol", confessa Anaïs.
Anaïs Nin começou seus diários em 1931, a partir do envolvimento amoroso com Henry Miller, e continuou escrevendo até sua morte, em 1977. Sua escrita ao longo dos anos é um dos registros mais extraordinários e minuciosos do fluxo de sentimentos femininos. Sua escrita sem amarras e a prosa envolvente fazem o leitor acompanhar a autora em suas desilusões, medos e descobertas.
SAIBA MAIS: [ANAÏS NIN, VIDA&OBRA] 

VÍDEOS RELACIONADOS: [Diários de Anaïs Nin]

Diários de Anaïs Nin - [Henry & June]


Tirado dos diários de Anaïs Nin, Henry & June é um relato íntimo do florescer sexual da autora. Cobre um só ano – dos últimos meses de 1931 ao final de 1932 – da vida de Anaïs Nin em Paris, período em que ela conheceu o escritor americano Henry Miller e sua bela mulher, June. Anaïs Nin apaixonou-se pela beleza de June e pela escrita de Miller; logo iniciou com ele um affair que a libertou sexual e moralmente, minou o seu casamento com Hugh e a levou à psicanálise. Mas todo o novo mundo do sexo que lhe fora desvendado, seu relacionamento com Hugh e com o primo Eduardo não bastavam para tirar da sua cabeça a feminina June...
Considerado por muitos o melhor livro de Anaïs Nin, Henry & June foi publicado na década de 1980, após a morte da autora. Não constou dos diários publicados em sete volumes a partir de 1969. Discute-se o quanto de ficção e fantasia ele contém – o que não tira em nada a força do texto de Anaïs; somente reforça a questão: não será a própria Anaïs a mulher misteriosa e complexa que a atraiu em June? Em 1990, o livro foi adaptado para o cinema, com Maria de Medeiros e Uma Thurman nos papéis de Anaïs e June.
LEIA UM TRECHO: 
SAIBA MAIS SOBRE A AUTORA EM: [Anaïs Nin - Coleção L&PM Pocket]