ESCRITORES

ESCRITORES

Com liberdade narrativa e linguagem jornalística, Laurentino Gomes conta a história do Brasil nos livros "1808", "1822" e "1889"

Utilizando-se de uma liberdade narrativa sem precedentes no jornalismo brasileiro, o paranaense de Maringá e seis vezes ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura, Laurentino Gomes escreveu os livros "1808", sobre a fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro; "1822", sobre a Independência do Brasil; "1889", sobre a Proclamação da República; e “O caminho do peregrino” (em coautoria com Osmar Ludovico). O livro "1808" também foi eleito o Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras e publicado em inglês nos Estados Unidos. Ao todo, suas obras já venderam mais de 2 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos. Graças à repercussão dos seus livros, o autor já foi eleito duas vezes pela revista Época como um dos cem brasileiros mais influentes do ano. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, tem pós-graduação em Administração na Universidade de São Paulo. É membro titular da Academia Paranaense de Letras.

Uma entrevista com Laurentino Gomes, autor dos livros "1808", sobre a fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, e "1822", que relata como o Brasil acabou dando certo por uma notável combinação de sorte, improvisação, acasos.




Excelente entrevista concedida pelo autor do best-seller de não ficção mais bem sucedido do Brasil (1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes, ao âncora do Globo News Literatura, o jornalista Edney Silvestre.

Expressividade cultural afro-brasileira na dança do Maculelê

Balé Folclórico da Bahia - dança Maculelê na Universidade de Paris

Mais do que uma simples verdade, o que buscamos é a manutenção da cultura de um povo. Neste documentário tentamos reunir, além de estudiosos santamarenses, pessoas verdadeiramente preocupadas em passar à frente o que lhes foi dado por seus antigos.
A ideia jamais foi levantar a verdade, e sim alertar as pessoas. E para isso ninguém melhor que a professora HILDEGARDES VIANNA, e o seu chamado: ''QUE FALE SANTO AMARO'', em sua coluna do JORNAL DA TARDE da década de 60. Eis, então, o primeiro passo.
Roteiro e direção LUCAS JASPER edição MAURÍCIO FARIAS produção executiva THELMA CHASE assistente de direção CAROLE CAVALCANTE assistente de produção TITO CHASE coordenação de pesquisa em Santo Amaro MARIA MUTTI colaboração FÁTIMA GAUDENZI coordenação da Casa da Coleção Emília Biancardi TAINÁ GARCIA direção geral EMÍLIA BIANCARDI (fundadora do grupo folclórico Viva Bahia, Emília Biancardi é folclorista, etnomusicóloga, professora, compositora, escritora, colecionadora e pesquisadora da música folclórica brasileira, é especialista nas manifestações tradicionais da Bahia).

"QUE FALE SANTO AMARO". Em busca da verdade sobre a dança do Maculelê. from ZERO.HUM Audiovisual on Vimeo.

Para saber mais sobre a origem e história da dança Maculelê, acesse:
[capoeiraexports.blogspot.com.br/2011/01/maculele-origem-e-historia.html]

Para saber mais sobre a vida e obra de Emília Biancardi, acesse:
[https://pt-br.facebook.com/emiliabiancardi]

A Poesia Reflexiva e de Fundo Filosófico de Cecília Meireles





Poema motivo musicado por Raimundo Fagner:



A literatura brasileira é realmente rica em poetas que se perpetuaram ao longo do tempo e que permitem sempre uma abordagem atual de suas obras. Cecília Meireles é uma dessas autoras. Cecília, que nasceu em 07 de novembro de 1901, no Rio de Janeiro, é a primeira grande escritora brasileira, bem como a maior voz feminina da poesia. Ela escreveu sua primeira poesia aos 9 anos de idade.
Embora sua obra tenha sido escrita em um período que ficou conhecido como sendo a segunda fase do Modernismo Brasileiro, Cecília Meireles nunca se fixou a nenhum movimento literário. Ela cultivou uma poesia reflexiva, de fundo filosófico, que abordou dentre outros temas a transitoriedade da vida, a brevidade do tempo, o infinito, o amor e a natureza. Foi uma mulher que viveu a tentativa de compreender a existência. Reconhecida, recebeu vários prêmios importantes. Como convidada, participou de seminários e encontros literários, no Brasil e no exterior. Teve a obra estudada em centros acadêmicos importantes e foi traduzida para mais de dez idiomas. E como homenagem após sua morte em 64, o governo do Rio de Janeiro, então Estado da Guanabara, deu seu nome a uma sala de concertos localizada no tradicional bairro carioca da Lapa: Sala Cecília Meireles.


Fruto Proibido - Álbum antológico de Rita Lee

Fruto Proibido é o quarto álbum de Rita Lee, e o segundo com a banda Tutti Frutti, lançado em 1975, e que acompanhou a banda de 1973 a 1978. Acompanhada por Luis Sérgio Carlini (guitarra), Lee Marcucci (baixo), e Franklin Paolillo (bateria), ela criou uma obra que dialogava com as situações da metade da década de 70 - época de grandes mudanças sócio-culturais e de contínuas tempestades no cenário político brasileiro.
Calcado no blues rock, o som do álbum é hard rock em língua portuguesa, com mesclas de pop. O disco trouxe à tona uma variedade de sucessos que se tornariam definitivos na carreira de Rita Lee. "Agora Só Falta Você", "Esse Tal de Roque Enrow" e "Cartão Postal", coescrita com Paulo Coelho, parceiro musical que já era um importante letrista de rock no país, tem tonadas de rock puro. "Agora Só Falta Você" e "Luz Del Fuego" também revelavam uma temática feminista. "Ovelha Negra", considerada o hino de Rita Lee e provavelmente sua canção mais famosa, foi a música que a projetou como artista solo e independente, e encerra o disco com um aclamado e memorável solo de Luís Carlini.
Em 2017, Fruto Proibido celebrou 42 anos de seu lançamento. Desde então, tem sido constantemente citado como um dos álbuns mais seminais e mais definitivos de todo o rock brasileiro, possibilitando o movimento de rock nacional na década seguinte. Sua vendagem inicial de 200 mil cópias foi seguida por uma significativa crítica posterior; hoje é considerado um clássico e a obra-prima de Rita Lee, aquele que a condecorou com o título de Rainha do Rock Brasileiro. Em 2007, foi eleito o 16º melhor disco brasileiro de todos os tempos na lista dos 100 maiores discos da música brasileira feita pela Rolling Stone. Foi também incluído em uma lista da Superinteressante dos principais álbuns do rock brasileiro.
Para ler o texto completo, acesse: 
[aumentaqueissoarocknroll.blogspot.com.br/rita-lee-fruto-proibido-1975.html]

Para saber mais sobre a obra, acesse:
[acervomusical.wordpress.com/2010/05/30/album-fruto-proibido-de-rita-lee]

Para ouvir o álbum completo, acesse: