ESCRITORES

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Não existe amor em SP - Criolo

Criolo, músico-revelação que, embora associado ao Rap, deve seu sucesso ao inegável talento com que dialoga com estilos como jazz, afrobeat e a MPB.




Não existe amor em SP
Um labirinto místico
Onde os grafites gritam
Não dá pra descrever
Numa linda frase
De um postal tão doce
Cuidado com doce
São Paulo é um buquê
Buquês são flores mortas
Num lindo arranjo
Arranjo lindo feito pra você

Não existe amor em SP
Os bares estão cheios de almas tão vazias
A ganância vibra, a vaidade excita
Devolva minha vida e morra
Afogada em seu próprio mar de fel
Aqui ninguém vai pro céu

Não precisa morrer pra ver Deus
Não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você
Encontro duas nuvens
Em cada escombro, em cada esquina
Me dê um gole de vida
Não precisa morrer pra ver Deus

Para saber mais sobre a canção e obra de Criolo, acesse:
[lounge.obviousmag.org/criolo-e-a-inexistencia-de-amor-em-sp.html]
[revistacult.uol.com.br/home/o-pensar-musicado-de-criolo]

O Pirulito da Ciência - Tom Zé




Tom Zé gravou a primeira retrospectiva de suas três vidas comemorando 359.000 horas, 20 minutos e 32 compassos dessas existências. As filmagens aconteceram em São Paulo, nos dias 5 e 6 de agosto de 2009, no Teatro da Fecap. Nesse encontro Tom Zé divertiu a plateia contando episódios de sua vida, sobre história recente de nosso país e ainda, em perfeita sintonia com sua ótima banda, recuperou parcela essencial de sua obra discográfica, reapresentando vinte e quatro composições importantíssimas de seu repertório.
CONTINUE A LEITURA, EM: [Tom Zé - O Pirulito da Ciência]

Tropicalista Lenta Luta

[É um livro incomparável, de um escritor incomparável, no sentido estrito da palavra: o que ele escreve não se compara à escrita de nenhum outro autor. É único. É assim que o editor do livro, Arthur Nestrovski, define "Tropicalista Lenta Luta", um livro que vai marcar a história da música popular brasileira]

Documento completo sobre a vida e carreira de Tom Zé - desde a infância em Irará, onde teve os primeiros contatos com a música, até sua consagração internacional como um dos maiores artistas da música brasileira. Fotos, letras e discografia recheiam a obra. Tropicalista Lenta Luta é aberto por um inédito texto autobiográfico, e também apresenta, na seção "Textos Recolhidos", artigos escritos para jornais e revistas sobre temas como literatura: "As Quatro Paredes de Franz Kafka", política: "Querido Presidente Lula", São Paulo: "Aniversário de São Paulo". O volume traz ainda uma entrevista com Tom Zé realizada por Arthur Nestrovski e Luiz Tatit, na qual o músico fala sobre música, família, ditadura militar, infância e assuntos polêmicos como a Tropicália.
CONTINUE A LEITURA EM: [Tropicalista Lenta Luta], [MundoFantasmo -Tom Zé]

O Nacionalismo na Arte Musical de Heitor Villa-Lobos


O maestro Heitor Villa-Lobos (1887–1959), o mais importante compositor brasileiro de música erudita, destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.
SAIBA MAIS EM:
- [blogln.ning.com/profiles/blogs/viva-villalobos] (Excelente material do Portal Luis Nassif)

VÍDEOS:
[MELODIA SENTIMENTAL] (João Bosco), [O TRENZINHO DO CAIPIRA] (Boca Livre), [BACHIANINHA-1] (Yamandu Costa e Toquinho), [O TRENZINHO DO CAIPIRA] (Orquestra Sinfônica Brasileira), [BACHIANAS-5] (Amel Brahim-Djelloul)

DOCUMENTÁRIO HEITOR VILLA-LOBOS: [REDE MANCHETE]

VÍDEO ESPECIAL DA TV BRASIL:

A arte musical e literária de Zeca Baleiro

O livro Bala na Agulha – reflexões de boteco, pastéis de memória e outras frituras reúne textos que Zeca Baleiro escreve desde 2005 em seu site, “mais à guisa de blague que de blog”, como costuma brincar. Música, literatura, cinema, comportamento, religião e gastronomia são alguns dos temas abordados em Bala na Agulha, que também traz memórias sentimentais da infância e da adolescência. Completam o livro dois capítulos de poemetos, aforismos e provocações, Bestiário Pós-Moderno e Curtas, Grossas, Algumas Infames, onde Baleiro se mostra um crítico implacável da sociedade contemporânea, sem todavia perder a necessária ternura.


[Zeca Baleiro fala sobre a sua experiência de escrever]


SITE OFICIAL:
[zecabaleiro.uol.com.br]

Julieta Venegas & Lenine cantam "Miedo"


Julieta Venegas, grande cantora mexicana e Lenine, admirável artista brasileiro, cantando "Miedo" no Unplugged MTV Julieta Venegas. Um talentoso dueto, uma junção de vozes sensacionais, uma união musical da América Latina.
Letra:
Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá
O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se aprieta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de dormir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Miedo... que da miedo del miedo que da

MAIS VÍDEOS: [Mix - Lenine], [Mix - Julieta Venegas]