ESCRITORES

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Jesus Cristo Segundo Friedrich Nietzsche

Crítico enfático da moralidade cristã, Nietzsche defende uma experiência religiosa que elimine a supressão da vontade de potência e leve o homem à felicidade. E, em alguma de suas obras, defende Jesus e seus ensinamentos, por considerá-los extramorais.


[...] No decorrer de sua atividade filosófica, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) demonstra uma evidente incompatibilidade axiológica em relação aos parâmetros normativos da moralidade cristã, por considerá-la responsável pelo contínuo adoecimento existencial do ser humano, limitado em seus potenciais criativos pelo poder coercitivo imposto por tal instituição religiosa. Todavia, suas violentas críticas ao projeto moralista da Cristandade não significam necessariamente uma negação do valor da experiência religiosa, quando esta se pauta em valorações imanentes e extramorais, tampouco uma negação radical do sentido da experiência cristã em sua expressão originária, isto é, a partir da obra evangélica de Jesus de Nazaré.
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Por Renato Nunes Bittencourt, em matéria de capa da revista [FILOSOFIA], Editora Escala Educacional
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