ESCRITORES

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Lisístrata - O Sexo Usado Como Arma da Paz

Embora o ato sexual não seja mais visto hoje como um "serviço" que as mulheres prestem a seus parceiros, o uso do corpo como arma política é uma ideia tão sugestiva que Lisístrata ou A greve do sexo, como também é chamada, inspirou a liberiana Leymah Roberta Gbowee, agraciada em 2011 com o prêmio Nobel da Paz, por seus esforços pela humanidade. Sua proeza mais famosa foi ter liderado uma vitoriosa greve de sexo em 2002, para exigir que os homens interrompessem a guerra que então sangrava o país africano. Leymah tomou sua inspiração diretamente da literatura clássica: na comédia Lisístrata de Aristófanes, as mulheres de Atenas e Esparta se unem para organizar uma greve sexual pelo fim da guerra do Peloponeso, o conflito fratricida que opôs as duas cidades entre 431 a 404 a.C.
A ativista liberiana não foi a única a ser inflamada pela obra de Aristófanes. Em fevereiro a senadora social-democrata e médica flamenga Marleen Temmerman fez referência direta à comédia grega ao sugerir que as mulheres dos negociadores da crise belga boicotassem qualquer atividade sexual com os maridos e amantes para pressioná-los a chegar a um acordo entre os partidos políticos francófonos e holandeses belgas.
Ativistas como a liberiana Leymah e a flamenga Marleen mostram na prática e real força da literatura e seu poder de transformação.
Complete a leitura em: [O retorno de Lisístrata] na Revista Metáfora, Edição-3.


Ler um trecho ou comprar o livro, acesse:  [LISÍSTRATA - A GREVE DO SEXO] da coleção L&PM POCKET.
Para saber mais, acesse: Blog Literatura Universal  [LISÍSTRATA EN LA ACTUALIDAD]

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