ESCRITORES

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Descobri que estava morto - J. P. Cuenca

“O autor marca sua diferença em relação a outros escritores de sua geração, impondo ao texto uma personalidade impressionante.” - Jornal do Brasil

Destaque da nova geração de escritores brasileiros, J. P. Cuenca, também curador e cineasta, é autor dos romances "Corpo presente" [2003]. “O dia Mastroianni” [2007)] “O único final feliz para uma história de amor é um acidente” [2010] e "Descobri que estava morto" [2016], eleito o melhor romance do ano pelo Prêmio Literário Biblioteca Nacional.
Seus livros foram traduzidos para oito idiomas e tiveram os direitos comprados por onze países. Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay como um dos 39 jovens autores mais destacados da América Latina e em 2012 foi escolhido pela revista britânica Granta como um dos 20 melhores romancistas brasileiros com menos de 40 anos.
Desde 2003 escreveu crônicas semanais para os principais jornais brasileiros como Jornal do Brasil, O Globo e Folha de S.Paulo e atualmente é colunista do The Intercept Brasil, portal de notícias lançado em 2014 por Glenn Greenwald e Laura Poitras. Uma antologia de suas crônicas foram reunidas em "A última madrugada
Em 2015 dirigiu seu primeiro longa-metragem, "A morte de J.P. Cuenca", selecionado para o Festival do Rio e para a Mostra Internacional de Cinema de SP no ano seguinte. O projeto foi escolhido em 2013 para participar do primeiro workshop do Bienalle College - Cinema Project, realizado pela Bienal de Veneza e ganhou o edital de coprodução da RioFilme com o Canal Brasil no mesmo ano.




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