ESCRITORES

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Para ler como um escritor - Francine Prose

Para ler como um escritor figurou por semanas na lista de mais vendidos do New York Times, que o indicou como Livro Notável de 2007. Com acréscimos de Italo Moriconi à edição brasileira, esta é uma obra indispensável para escritores iniciantes e leitores inveterados...

"Para ler como um escritor proporciona uma espécie de viagem visceral por obras-primas da literatura. Tem tudo de manual, de guia, de livro-texto orientado para quem está na posição de escritor aprendiz ou iniciante, assim como para quem deseja perceber a literatura com os olhos livres do escritor e não com as lentes grossas do intelectual ou do ideólogo acadêmico." Italo Moriconi

"Se eu realmente tivesse de caracterizar o livro, diria que é sobre o prazer de ler e sobre aprender a escrever. Dei o livro em primeira prova para um jovem escritor maravilhoso, talvez a segunda ou terceira pessoa a vê-lo nesse estágio, e ele o leu e me disse:" É como Harold Bloom, mas escrito por e para seres humanos." Isso me deixou tão feliz. Era o que eu tinha em mente. Isto é - a óbvia paixão de Bloom pela literatura, mas em um nível mais humano, acessível, comprometido; menos rebuscado, mas, eu gostaria de pensar, não especialmente menos inteligente." Francine Prose

Folheie para ler partes da obra [extraído do Google Books] 

As razões da poesia marginal - Uma leitura crítica

Uma geração buscou alternativas poéticas contra a autoridade tanto política quanto estética. Nos tempos atuais, a ideia de pós-modernidade sugere a recusa da ortodoxia e a aceitação da pluralidade. A arte abriu-se para o impensável, concebido como integração de paradoxos. Se as receitas engessam o indivíduo, o poeta, descentralizando a verdade, decreta o fim do preconceito:
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Forte enquanto experiência dessacralizadora, a poética marginal elege a denúncia em lugar da beleza:
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Na Poesia de Antônio Carlos Secchin, o jeito pós-moderno de encarar o absoluto -  nos textos do poeta, a celebração da arte como metáfora do mundo e a mobilidade semântica da vida:
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Folheie a  [Revista Metáfora] até as páginas 54, 55, 56 e 57, amplie, e leia o texto completo no ensaio de Ivan Teixeira.